
Está provado que o futebol amador de Água Branca não morre. Ele resiste forte diante tantas dificuldades enfrentadas. É um terno pra comprar, uma bola para ser adquirida, um jogador que não atuou porque não tem chuteira, o frete do carro, a locomoção do treinador. Enfim, mesmo diante estes e tantos outros problemas, o futebol das tardes de domingo ainda leva algumas dezenas de torcedores ou amadores do esporte a acompanharem as partidas atentamente.
O amor dos atletas pela bola que rola no campo somado ao incentivo de quem sente prazer em ver a redonda rolar resulta no principal ingrediente para não deixar que a tradição milenar se acabe.
Ainda ontem, 25 de abril, a jovem equipe do Guarani enfrentou o Esporte de Tabira no “estádio” O Batistão. Críticas e elogios da torcida, correria dentro de campo, lances, caneladas e gols. Foram dois para ser mais preciso. Um do Esporte, um do guará. Cenas típicas de uma partida de futebol amador no sertão paraibano.
Está aqui a lista dos guerreiros do Guarani: Eduardo, Nilso, Niemerson, Edy, Geneilso, Pedro, Paulo, Rominho, Eumair, Muriel, Ronaldo, André, Sueide e Bochecha.
Outro dia, nossa reportagem flagrou o momento exato em que a corbertura de um dos bancos de reserva no Batistão desabou e por pouco não atingiu um atleta que estava no local. Na foto acima percebe-se que uma das tais coberturas já não existe. Mesmo diante as adversidades, o bola segue em frente...
E assim ocorre por todos os sítios e povoados do município. É...! O futebol não acaba mesmo.
Por Gilmá Nascimento


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